Síndrome do respirador bucal: Você respira de forma correta?

Hoje iremos falar sobre um problema que traz inúmeras consequências prejudiciais à qualidade de vida e ao desenvolvimento infantil. O número é significativo: 30% das crianças brasileiras respiram pela boca e apresentam a chamada “síndrome do respirador bucal”.

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O paciente respirador bucal é aquele indivíduo que apresenta um padrão respiratório pela boca, durante todo o tempo, ou quase sempre, independente de agravos. Entretanto, a respiração bucal não se caracteriza como uma doença, podendo ser o reflexo de causas que levam à obstrução nasal.

As conseqüências da são diversas, como as alterações cognitivas, nas arcadas dentárias, no esqueleto facial, na postura, na aparência, no sono e no crescimento e desenvolvimento.

O que é: Quando a respiração é feita pela boca, total ou parcialmente, e não pelo nariz. Causa: Está relacionada com fatores genéticos, hábitos inadequados (chupar dedo e usar chupeta) e obstrução nasal por várias causas, como traumas, doenças inflamatórias ou alergias. Sintomas: Boca sempre aberta, nariz obstruído, dor e muco na garganta, tosse seca persistente, dor de cabeça de manhã, mau hálito, sonolência diurna, irritabilidade, dificuldade para se alimentar, engolir ar em excesso ao falar ou comer, mau rendimento escolar. Diagnóstico: É clínico. Exames complementares avaliam o grau de obstrução do nariz para decidir o tratamento. Tratamento: É multidisciplinar. O otorrinolaringologista trata os problemas de obstrução nasal, o ortodontista trata do posicionamento de dentes e língua para dar forma correta ao crescimento facial, o fonoaudiólogo trata na mastigação e fala e respiração. Só assim se tem sucesso ao tratamento.

Os problemas que podem ser causados 

Osso e postura: Respirar pela boca pode deformar o rosto e alterar a posição dos dentes, da língua (prejudicando fala e mastigação) e até mudar a postura. Pode evoluir para doenças cardiorrespiratória e endocrinológica. Sono: Sem respirar direito, o sono não descansa e pode haver distúrbios como apneia (parar de respirar) e ronco. Atividade física: Como se cansam com facilidade, é difícil praticar atividades físicas. São sedentárias e preferem videogames e TV. Alimentação: É difícil respirar e comer ao mesmo tempo, por isso há preferência a comidas

fáceis de mastigar e há cansaço ou irritação nas refeições. Come pouco e tem baixo peso. Escola: A noite mal dormida diminui a concentração e atenção, prejudicando o rendimento escolar. O aprendizado da leitura e escrita, por exemplo, é mais lento.

Autoestima: As dificuldades no desenvolvimento da comunicação mexem com a autoestima, gerando agitação e agressividade, especialmente na interação com os colegas. Tudo isso acaba gerando estresse, cansaço e ansiedade.

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